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Como ser poeta, filósofo e escritor ao mesmo tempo?

Crédito de imagem.: Freepik Company


NILO DEYSON REVELA COMO É SER POETA, FILÓSOFO E ESCRITOR AO MESMO TEMPO E COMO LIDAR COM TANTOS UNIVEROS EM UM SÓ SER 


Ofereço esse artigo à todos os escritores, leitores e amantes da cultura. Não é fácil se equilibrar entre um e outro mundo, precisa-se acima de tudo de " amor pelo que se faz". Quando eu acordo pela manhã, me pergunto qual é a minha responsabilidade naquele dia, o que tenho que enfrentar e produzir naquele dia? Então me organizo no sentido de como produzir conhecimento por meio daquilo que escrevo. Por vezes, tenho inspiração para escrever poesias e acabo arquivando muitas das minhas poesias e só tempos depois eu publico. 


Tenho muitas poesias no Google em Poeta Nilo Deyson, assim como diversos artigos filosóficos no Google.


 Quando estou triste tenho inspirações, quando estou feliz também, ou seja, amo escrever a partir dos meus conhecimentos. Talvez isso tenha um tempo para terminar, no entanto, penso que preciso deixar legado no sentido de que tudo aquilo que escrevo, cedo ou tarde se agasalhe em alguma realidade. A literatura fez uma verdadeira mudança em minha vida, pois a título de exemplo, ela foi quem me inspirou a querer escrever, mesmo sem pretensão de me tornar um escritor, ainda assim, a literatura me ensinou 99% do que tenho como conhecimento. 


Me equilíbro entre poesia e filosofia, escrevo e leio muito, talves pelo fato de eu ser um bibliófilo leio muitos livros, principalmente de filosofia, psicologia, neurociência e história, também por ser um pesquisador, tudo me levou a ser um escritor. A priori, até a data presente deste artigo, eu ainda não havia lançado um livro só meu, pois tenho meus projetos de lançar meus livros em breve, porém, o que tenho até aqui são periódicos, artigos em portais onde sou colunista, artigos no Google, tenho participado de antologias, enfim, todos os dias eu escrevo alguma coisa e de tempo em tempo eu tenho publicado. 



Não é nada fácil a vida para um homem cheio de inquietações intelectuais, que usa a vida de escritor como um sacerdócio acadêmico para deixar legados através da escrita.


 Agora, uma coisa é gratificante, pois tudo que se faz com amor, cedo ou tarde dá frutos; me refiro aos nossos trabalhos quando são lidos, quando existem leitores, quando existe a crítica. Claro, não menos importante é a questão de satisfação pós obra feita, isto é, quando se termina um trabalho, um artigo, um livro, quando damos vida pela escrita e essa escrita se toma forma de vida e dá vida à outras pessoas por meio da literatura, pessoas essas das quais antes de lerem o que escrevemos, tinham vidas secas, e se encontram a partir de nossos trabalhos acadêmicos. Isso não tem preço! 



A questão de ser filósofo por exemplo, já ouvi por diversas vezes, pessoas salientarem que somente é filósofo quem já tenha muitas obras publicadas, ou que tenham criado suas próprias linhas de filosofia, ou seja, que já tenham criado sua uma longa trajetória e tenha sua própria filosofia. Eu já havia respondido sobre isso em outras oportunidades e não concordo com isso. Por maior que seja o argumento da tradição em defender o pensamento de que um Filósofo só pode ser considerado por outras pessoas e não a partir de si próprio, eu discordo pelo fato de que o filósofo é um ser que tenha uma envergadura de conhecimento literário e intelectual, que tenha argumentação e crie sua própria linha de pensamento a partir da pretensão de não se prender à uma ou outra linha pronta.



 Para tanto, é preciso humildade, espiritualidade e deve ser um homem em constante construção na busca pelo conhecimento. Então me considero sim, um Filósofo, ainda que pequeno, mesmo tendo lido diversas obras de grandes filósofos, mesmo fazendo na data presente deste artigo faculdade de filosofia, ainda assim eu criei minha linha independente de pensamento filosófico. 



Essa linha de filosofia que criei é a seguinte: Ser um ser cheio de conhecimento por meio dos estudos, ser imparcial com todas as paixões, ter a capacidade de participar de todas as situações da vida possível, de forma equilibrada e sem se finalizar em nenhuma verdade, pois estamos em constante construção e mudamos de convicções à medida que descobrimos o novo, o espanto, a revelação da verdade momentânea. Penso que ainda que uma verdade pareça ser o fim e que dela não preciso questionar, ainda assim, faço a pesquisa, pois nenhuma verdade está imune aos questionamentos e a investigação e ao questionamento. 



Minha Filosofia é poder entrar e sair sem traumas de qualquer coisa e situação, portanto, uso da experiência de tudo que li em filosofia e agregado com minha infinita inquietação com a vida e com o mundo, flutuo sobre os fenômenos, pensamentos e sentimentos, pois tudo em potência sentida é paixão, e quando quero está vestido da real natureza, tudo se torna silêncio, pois fora da linguagem tudo é silêncio, logo tudo em potência não permitido por si mesmo em se envolver com paixões viciosas e ideológicas, se torna leve e em plena paz. Portanto, minha filosofia brinca com a vida, participa de tudo, se torna tudo ao mesmo tempo de não ser nada, pois sem nada ser, o pertencimento é zero e logo nada sendo tudo é, pois de tudo participa, em tudo está como parte, em muitas coisas é pertencimento e em nada se permite se prender. 



Quanto à minha linha de poeta, sou romancista ao extremo, romantismo puro. Minha poesia é um pouco de incógnita, magia, enigma e paixão. Minhas poesias fazem o papel fundamental de se agasalhar em alguma realidade a partir de um desejo sentido momentâneo. Quando escrevo poesias estou muito inspirado, porém, nada pessoal, apenas escrevo com inspiração própria e imparcial. No entanto, me inspiro com a lua, as estrelas, a natureza, o mar, uma mulher bonita e toda sorte de pensamento que me visita. Quando escrevo qualquer coisa, estou inspirado. Preciso ler muito, porém, escrever é uma necessidade diária, um tormento, um desabafo por não poder estar em algum lugar ou em algum tempo fora daqui. 



Sou acadêmico da Academia Pedralva Letras e Artes, ocupante da cadeira n° 17, tenho imenso orgulho de fazer parte da APLA e de tantas outras instituições em Campos dos Goytacazes, RJ. 


Enfim, respeito todos, respeito às instituições, tenho um olhar imparcial para tudo, mesmo na data presente por exemplo, estando na posição de vice-presidente do partido Republicanos Campos e, sendo um político atuante que por vezes estou disputando o pleito eleitoral para Vereador em meu município, como foi em 2016 e 2020, ainda assim, sou muito discreto e imparcial com ideologias, crenças e convicções; pois prefiro construir conhecimento do que finalizar uma verdade última. Para finalizar, deixo como escritor e filósofo, também como poeta, deixo um pensamento meu : " Não importa o tempo em que você acenderá para o conhecimento, importa você se descobrir insatisfeito para então a partir daí, na busca pelo conhecimento, você se tornar potência em seu talento, em teu chamado, no processo de seu desenvolvimento rumo ao acender para plenitude da tua existência como aceitação ". 


Boa Leitura!





Autor.: NILO DEYSON MONTEIRO


FILÓSOFO, ESCRITOR & POETA - Acadêmico da Academia Pedralva Letras e Artes, ocupante da cadeira n°17 🖋🌿📚⚖ - pesquisador e colunista.


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