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O Cassino do Chacrinha

Crédito de imagem e reprodução Revista Veja


Quem não se comunica, se trumbica!


Um dos exercícios que mais pratiquei durante a quarentena foi a leitura e como bom jornalista e publicitário , resolvi ler a vida dos maiores comunicadores do Brasil, Abelardo Barbosa, o querido Velho Guerreiro.


Escrita por Denilson Monteiro, a biografia de Chacrinha conta a saída de um garoto que saiu do interior do Pernambuco para tentar a vida na cidade maravilhosa.







O Cassino do Chacrinha 


Na cidade maravilhosa passou por várias dificuldades, mas consegui fazer carreira artística na Radio, fazendo o Cassino do Chacrinha.


O Cassino do Chacrinha ocorria numa pequena fazenda e o apresentador usava o modelo do Cassino da Urca , tocando musicas dos artistas da época como Aracy de Almeida , Orlando Silva e outros cantores.


Com a vinda da televisão , Chacrinha passou pela Excelsior, Tv Paulista, Tupi e Rede Globo. O seu modelo era um humor debochado, com voz grossa, cada dia usando uma fantasia diferente.


Chacrinha colecionou muitas brigas , principalmente com o chefão da Globo , Boni. Os motivos da briga era os mais diversos, mas dois casos merecem destaque. O primeiro caso, foi por conta de um concurso mais absurdo, o cão mais pulguento do Brasil, deixando a Rede Globo infestada de pulgas. O segundo caso , foi o sequestro da mãe de santo, Cacilda. Mãe Cacilda era atração do concorrente Flávio Cavalcanti, mas o velho guerreiro, sequestrou a atração, levou para seu programa. Para receber a convidada, o palco virou um terreiro de umbanda, deixando Boni furioso.



Abelardo Barbosa, o Chacrinha (arquivo) - observatoriodatv.uol




Seu programa tinha vários jurados como Pedro de Lara, Elke Maravilha , Rogéria e suas assistentes de palcos era as chacretes.


Tinha vários bordões , como “Estou aqui para confundir, não para explicar”, “Terezinha”, “Vocês querem bacalhau?”


Chacrinha foi objeto de estudo, Edgar Morin , sociólogo francês . Ele usava uma linguagem popular, por isso é considerado o Papa da Comunição.


Viva Chacrinha.


Boa Leitura!


Autor.:

 

 Guilherme Ghirardelli


Jornalista, formado pela UNAERP
apaixonado pela cultura 
Celular  (34) 9706-1839





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